quinta-feira, 21 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Linha da Frente - Informação - Actualidades RTP 1 - Multimédia RTP
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
prefácio
pousei a mala no sítio do costume. as cartas continuam com o destinatário por preencher. por mais que eu saiba para quem escrevo, para quem gosto de imaginar que me leia, não... não, não, não. o livro fica sempre de base (é o meu suporte). está fechado, apesar de eu gostar que esteja aberto. mas assim dá para que seja outra pessoa a abri-lo, a participar, na história que também é minha, à sua maneira. e eu quero isso. eu gosto disso!
terça-feira, 26 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Dedico ao sabor do vento
Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele
Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante
Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão
Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado
Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente
Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado
Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso
Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente me faz contente
Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido
Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez
Que nao trará dor
Amor que afinal
amor,
Sem amor
O amor é tudo,
Tudo isto
E nada disto
Para tanta gente
É acabar de maneira igual
E recomecar
Um amor diferente
Sempre, para sempre
Para sempre...
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Caravana
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Dance with me
Vamos?
Deste-me um beijinho e pegámos nas bicicletas. Sempre nos divertimos nos nossos passeios pela cidade. Víamos novas caras, sentíamos novos cheiros, provávamos o sabor da nossa companhia.
Vem ver o rio!
Eras incrível. Sabias o quanto amava o rio. Ficámos ali. Olhámos para ele durante horas.
Aproxima-te. Sente. Vem comigo.
Pediste-me e eu deixei-me levar. Abraçaste-me enquanto a chuva caia. Sorríamos um para o outro como era habitual.
Dançamos?
Encostaste-te a mim e segredaste. A ponte era o nosso palco. O rio o nosso tango. O vento os nossos efeitos especiais. E a chuva... a chuva era a prova de que tudo era real.
Levaste-me a passear. Mas está escrito no passado. Foi real?
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Cada um tem um lugar específico no nosso coração. Eu sei que estás no coração de muitas pessoas por aquilo que eras na tua simplicidade. A vida são momentos e acredito que o tenhas ensinado a todos aqueles que se cruzaram contigo. Era uma maneira de estar na vida de forma muito peculiar: carinho, amizade, aventura, curiosidade, boa onda, aprendizagem, arte!
Palavras? Palavras já estão gastas como diria Eugénio de Andrade. Palavras só para me reconfortar a mim mesma por não poder passar mais momentos contigo. Vou ter saudades do teu sorriso e da alegria que transportavas incondicionalmente. Vou ter saudades da tua curiosidade de conhecer bem o outro. Vou ter saudades das tuas brincadeiras. Vou ter saudades das tuas festinhas e dos teus beijinhos. Vou ter saudades dos elogios que me fazias melhor que ninguém. Vou ter muitas saudades tuas.
Lembro-me da última "fotografia" que te tirei e de pensar que seria a última. Custou-me ver-te partir, mas custou-me ainda mais ver-te sofrer. Onde quer que estejas, estarás sempre no meu coração para alegrares o meu dia-a-dia e fazeres-me ver que a vida é muito mais do que uma simples vida. É a construção que fazemos do nosso caminho e ainda bem que fizeste parte do meu.
Sempre que sentir pressão no meu caminho, na minha vida, vou beber um fino e pensar no que um dia disseste: "Pressão? Pressão só nos finos!" Eras assim... um beijinho.
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
escstunis
É com orgulho que me sinto nesta nova casa, nesta nova família. Neste turbilhão de sentimentos que crescem a cada instante, penso que na melodia da minha vida faltavam os sons únicos da escstunis para orientarem o meu caminho.
À Ju (por aquilo que és e pela dedicação e amor que mostras) agradeço seres a minha madrinha!
sábado, 2 de janeiro de 2010
Só por hoje
Se um músico não pode viver sem o som, se um pintor não pode viver sem o pincel, se um escritor não pode viver sem palavras e se só assim são felizes, mostrando "objectos" difíceis de compreender, porquê arranjar um motivo?
A verdade é que momentos de tristeza e nostalgia podem trazer à inspiração uma avalanche de emoções que desinibem os pensamentos. A verdade é que hoje é um dia para ser artista e partilhar com as palavras a música do meu coração...
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
As primeiras férias no meio do Atlântico
Foi esta a minha primeira tentação na chegada. Ainda não tinha os pés na terra e já sentia a minha presença em Santa Maria. Olhar pela janela e ter a certeza que me aproximava da minha maravilhosa ilha foi como ter o mundo inteiro nas minhas mãos.
Ninguém imgania o quão bom é reunir estes reguilas todos dentro da carroça do Pai Natal. Enche a alma e o coração. Crescidos, bonitos e sempre traquinas são alguns dos elementos da minha família gigante de quem tinha imensas saudades.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Aqui em casa ouve-se música e sonha-se. Que bom é sentirmo-nos em casa num conforto tão próprio que nos proporciona os melhores prazeres da vida. É um misto de sensações indescritíveis, mas vividas intensamente.
sábado, 3 de outubro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Partida
Agora é o tempo de pensar nas malas: grandes, compridas, coloridas, leves, pesadas, com rodas, sem rodas... nada disto interessa, quero o conteúdo, isso sim interessa!
Nesta preparação para a nova vida, não sei aquilo que devo levar. Não falo de materiais, não falo de coisas que não passam de simples coisas. Falo antes de mim, das minhas vivencias, memórias, aprendizagens e recordações. Apesar de seguirmos o nosso caminho, dia após dia, noutros rumos, não nos podemos esquecer daquilo que já passou, daquilo que fomos, do que deixamos.
A viagem é longa, mas acredito que as minhas malas de todas as cores e feitios irão conseguir transportar tudo aquilo que a vida me deu e me ensinou, deixando sempre um espaço para guardar aquilo que irei encontrar agora.
Para esta formosa e fantástica ilha, um beijo de saudade e nostalgia. Em Dezembro voltarei para abraçar o meu recanto!
domingo, 6 de setembro de 2009
2351m
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Recanto
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Migas
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Encontros

terça-feira, 21 de julho de 2009
Barco de remos
terça-feira, 23 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Ao longe
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Eugénio de Andrade, Mar de Setembro
Nunca o Verão se demorara
assim nos lábios
e na água
- como podíamos morrer,
tão próximos
e nus e inocentes?
quinta-feira, 11 de junho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
Um sonho realizado... uma mensagem na garrafa!
domingo, 12 de abril de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Ponho o gira discos a rodar e fico somente a pensar que nós não passamos disto e daquilo, que somos o espelho daquilo que queríamos ser e pensamos não o ser, que isto e que aquilo, que confusão!
Afinal?
O melhor de tudo, é mesmo dizer, pensar e fazer tolices. Olhar o mundo e sorrir!
Patapum
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Só quero um livro na mesinha de cabeceira
Ter um livro na mesinha de cabeceira, qualquer um o pode ter. Saber lê-lo, não é para todos. Ir virando as páginas tranquilamente é difícil, mas assim se aprende a viver.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Só quero um café quente pela manhã
Cada um de nós tem um pacote de açúcar para desfrutar. Fará mal? Não podemos ter medo de experimentar algo novo no nosso café da manhã. Viver, somente viver!
pedir ao céu
o sopro de uma canção
suave e leve
como anoitecer
estrelas que sussuram
enquanto a lua me conta como está
ou quer estar
e não está
escuto o silêncio da conversa
como é bom velejar pela noite dentro
com um amante
a minha eterna e fiel companhia
envolvida no vazio dos pensamentos
singela e doce vida
abraçada amanhã...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Just Perfect
Tenho mais pena dos que sonham o provável, o legítimo e o próximo, do que dos que devaneiam sobre o longínquo e o estranho. Os que sonham grandemente, ou são doidos e acreditam no que sonham e são felizes, ou são devaneadores simples, para quem o devaneio é uma música da alma, que os embala sem lhes dizer nada. Mas o que sonha o possível tem a possibilidade real da verdadeira desilusão. Não me pode pesar muito o ter deixado de ser imperador romano, mas pode doer-me o nunca ter sequer falado à costureira que, cerca da nove horas, volta sempre a esquina da direita. O sonho que nos promete o impossível já nisso nos priva dele, mas o sonho que nos promete o possível intromete-se com a própria vida e delega nela a sua solução. Um vive exclusivo e independente; o outro submisso das contingências do que acontece.
Fernando Pessoa, in 'O Livro do Desassossego'
domingo, 11 de janeiro de 2009
Uma caixa de desejos que tenho guardada dentro de mim
Esta é a sensação de que sermos loucos é completamente gratificante.
sábado, 10 de janeiro de 2009
O meu poema
Vou passeando e transportando uma calma que me permite disfrutar de todas as sensações que os meus sentidos captam. Os ouvidos ouvem o som da Natureza. O nariz cheira a sua frescura. Os olhos vêem o que o coração sente. As mãos imaginam a beleza de um carinho. A boca saboreia as palavras pensadas.
Envolvo-me num abraço imaginário que me dá tudo o que consigo receber. Fico parada para poder apreciá-lo e memorizá-lo para sempre recordar. Sonho perdidamente e sem qualquer limite.
Não sei escrever poesia, mas este é o meu poema!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Fernando Pessoa
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Pensei que eram minhas estas palavras...
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Pintura
Isto é a descrição de um quadro imaginário onde eu quero ser a personagem principal. Nesta tela estão representados os meus pensamentos, os meus desejos e ânsias. Para além disso, a minha história é evidente, porque a minha expressão transmite o que foi vivido.
As cores presentes são simples. O verde, o azul, o castanho e o branco, apesar de não serem as cores do meu coração, são as cores da minha vida. Nelas toda a magnificiência é transportada, pois com elas me encontro num mundo onde a calmaria reina sobre tudo e todos. Aí enrosco-me numa Natureza única.
Levantei-me. Corri desesperadamente. Ri com uma vontade enorme. Brilhei no meio do nada. Percorri o imaginário. Encontrei-me. Todos os sentidos estavam sincronizados. Manifestei o que sou... Um quadro onde a minha história pode ser adaptada mil e uma vezes, desde que seja apreciada sempre!
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
Carrossel
Interioridade
O mundo é bonito. As oportunidades são a forma que o mundo tem de nos permitir ser felizes. Às vezes não nos apercebemos e lá se foi mais um sorriso. Saber olhar, saber sentir, basta saber e depois o instinto faz o resto.
Não procurem, encontrem. O grande problema aparece quando não sabemos esperar para encontram o que falta. Tudo é um puzzle, mas neste puzzle as peças são adquiridas muito lentamente e com alguma sabedoria. Os que não fazem da vida um jogo para acabar de completar as peças, são os que desfrutam dos diferentes moldes de a saberem montar e juntar ao resto das outras. Todas têm a sua especificidade, necessitam de atenções diferentes, mais ou menos delicadeza, mais ou menos rapidez, mas todas são o meio para se atingir o fim. Quando esse fim chegar, a plenitude reinará e nós gritamos no silêncio tudo o que não se consegue ouvir, mas sentir.




















