quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
escstunis
Um pedacinho que me faltava para preencher o meu coração!
É com orgulho que me sinto nesta nova casa, nesta nova família. Neste turbilhão de sentimentos que crescem a cada instante, penso que na melodia da minha vida faltavam os sons únicos da escstunis para orientarem o meu caminho.
À Ju (por aquilo que és e pela dedicação e amor que mostras) agradeço seres a minha madrinha!
É com orgulho que me sinto nesta nova casa, nesta nova família. Neste turbilhão de sentimentos que crescem a cada instante, penso que na melodia da minha vida faltavam os sons únicos da escstunis para orientarem o meu caminho.
À Ju (por aquilo que és e pela dedicação e amor que mostras) agradeço seres a minha madrinha!
sábado, 2 de janeiro de 2010
Só por hoje
Uma vez, disseram-me que os artistas, em geral, eram diferentes. Talvez malucos, talvez com uma sensibilidade para além da normal, talvez com uma vontade de mostrar outros pontos e elementos da vida. É tudo uma suposição.
Se um músico não pode viver sem o som, se um pintor não pode viver sem o pincel, se um escritor não pode viver sem palavras e se só assim são felizes, mostrando "objectos" difíceis de compreender, porquê arranjar um motivo?
A verdade é que momentos de tristeza e nostalgia podem trazer à inspiração uma avalanche de emoções que desinibem os pensamentos. A verdade é que hoje é um dia para ser artista e partilhar com as palavras a música do meu coração...
Se um músico não pode viver sem o som, se um pintor não pode viver sem o pincel, se um escritor não pode viver sem palavras e se só assim são felizes, mostrando "objectos" difíceis de compreender, porquê arranjar um motivo?
A verdade é que momentos de tristeza e nostalgia podem trazer à inspiração uma avalanche de emoções que desinibem os pensamentos. A verdade é que hoje é um dia para ser artista e partilhar com as palavras a música do meu coração...
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
As primeiras férias no meio do Atlântico
Foi esta a minha primeira tentação na chegada. Ainda não tinha os pés na terra e já sentia a minha presença em Santa Maria. Olhar pela janela e ter a certeza que me aproximava da minha maravilhosa ilha foi como ter o mundo inteiro nas minhas mãos.
A minha praia formosa que nem num dia de chuva e frio me deixou de surpreender. Tinha saudades, sobretudo, do cheiro intenso do mar, do salitro, do barulho das ondas a rebentar, da encontas preenchida de cores que mudam consoante o tempo... Foi um momento harmonioso de paz interior e satisfação pessoal.
Família.
Ninguém imgania o quão bom é reunir estes reguilas todos dentro da carroça do Pai Natal. Enche a alma e o coração. Crescidos, bonitos e sempre traquinas são alguns dos elementos da minha família gigante de quem tinha imensas saudades.
Ninguém imgania o quão bom é reunir estes reguilas todos dentro da carroça do Pai Natal. Enche a alma e o coração. Crescidos, bonitos e sempre traquinas são alguns dos elementos da minha família gigante de quem tinha imensas saudades.
Natal.
A todos desejo o melhor Natal de sempre. Espero que o passem com as pessoas de quem mais gostam e partilhem com elas todo o amor que têm para dar, pois só assim faz sentido comemorarem esta época natalícia. O meu vai ser belíssimo!!!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
O frio já começa a dar sinais da sua presença. Imagino-me com um casaco bem quente, luvas e gorro a passear pela Baixa a sentir aquele frio de Inverno por baixo das luzes de Natal. É a esta imaginação que chamo viver incondicionalmente de todas as formas.
Aqui em casa ouve-se música e sonha-se. Que bom é sentirmo-nos em casa num conforto tão próprio que nos proporciona os melhores prazeres da vida. É um misto de sensações indescritíveis, mas vividas intensamente.
Aqui em casa ouve-se música e sonha-se. Que bom é sentirmo-nos em casa num conforto tão próprio que nos proporciona os melhores prazeres da vida. É um misto de sensações indescritíveis, mas vividas intensamente.
sábado, 3 de outubro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Partida
Agora é o tempo de pensar nas malas: grandes, compridas, coloridas, leves, pesadas, com rodas, sem rodas... nada disto interessa, quero o conteúdo, isso sim interessa!
Nesta preparação para a nova vida, não sei aquilo que devo levar. Não falo de materiais, não falo de coisas que não passam de simples coisas. Falo antes de mim, das minhas vivencias, memórias, aprendizagens e recordações. Apesar de seguirmos o nosso caminho, dia após dia, noutros rumos, não nos podemos esquecer daquilo que já passou, daquilo que fomos, do que deixamos.
A viagem é longa, mas acredito que as minhas malas de todas as cores e feitios irão conseguir transportar tudo aquilo que a vida me deu e me ensinou, deixando sempre um espaço para guardar aquilo que irei encontrar agora.
Para esta formosa e fantástica ilha, um beijo de saudade e nostalgia. Em Dezembro voltarei para abraçar o meu recanto!
domingo, 6 de setembro de 2009
2351m
Para terminar o Verão em grande, nós (Inês, Isabel e Helenita) partimos à descoberta de um novo mundo! O sonho sonhado e imaginado levou-nos a subir o ponto mais alto de Portugal. Aos 2351m de altitude, tanto vimos o pôr como o nascer do sol. As cores, as emoções, o nervoso, as sensações são indescritiveis. Chegar ao topo e sentirmo-nos bem por termos conseguido e tão insignificantes num mundo onde cada dia pode ser mais uma descoberta, mais uma aventura, mais uma emoção.
A ilha do Pico está envolvida numa magia que nem eu consigo descrever. As pessoas, as paisagens, o clima fez-nos viver uns dias plenos de turístas de mapa na mão em busca do melhor que o Pico tinha para nos dar.
Fiquem com estes momentos. Eu ficaria mesmo por lá...
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Recanto
Este é o meu local de eleição. É por aqui que ando. Espero cá voltar sempre que me for possível. O mar, o céu, a areia, as montanhas, o sol, a lua, as estrelas, a brisa, o vento, as pessoas, o crepúsculo, as cores, as vivências, o lar, os sorrisos, a liberdade, as recordações, as emoções,a nostalgia... a grande nostalgia!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Migas
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Encontros

Ela olhava para mim. Os seus olhos claros brilhavam. Aquele tom azulado metia-me medo. Via de longe. Abandonada. Sozinha. Tal como vemos o horizonte e queremos chegar a ele, eu queria chegar a ti. Mas não sabia. Estavas ali, lá, além. Escondias-te em ti mesma. Pensei em libertar-te. Acelerei o passo. Aproximei-me. Com calma. Encolheste-te. Agarraste-te em ti própria. Estavas com medo de te libertares. Analisei o teu rosto coberto. Contemplei os traços do teu corpo. Ali estava ela. Que náusea. Que angústia. Baixei-me. Ficámos frente a frente. Continuavas frágil. Olhei-te. Derreti-me com a tua disponibilidade. Quis tirar-te o pano que te envolvia a face. Não tive coragem. Ias ficar ferida. Eu não queria isso para ti. Sorriste delicadamente pela primeira vez. Senti-me correspondido. Não quis incomodar-te mais. Levantei-me. Com ternura encarei o que me transparecias. Continuei a linha da minha vida. Ao caminhar apeteceu-me olhar para trás. Ver-te mais uma vez. Quando o fiz já não estavas lá. Hoje deixo as minhas pegadas. O vento levar-nos-á a um próximo encontro.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Barco de remos
Era demanhã cedo. Quando abri a janela senti um calor intenso. O primeiro pensamento foi sair do palheiro. O campo estava ainda mais verde. Eu via um contraste de cores (verde, castanho, azul) que se completavam. O sol estava lá em cima. O vento não se fazia sentir. Desci duas escadas do alpendre. Sentei-me na minha bicicleta antiga, com duas rodas gigantes, um sininho e um cestinho. A minha túnica verde, amarela, laranja, violeta e azul dava-me vida. Comecei a pedalar sem destino. Ao longe pareceu-me ver um lago. Aproximei-me. Era gigante. Encostei a bicicleta a uma árvore. Sentei-me à beira do lago e descalcei os meus sapatos de menina. Olhei para a água e apercebi-me do meu reflexo. Os meus olhos brilhavam. A minha boca parecia frágil. Os cabelos estavam delicados e caiam-me pelo rosto. Estava com uma expressão harmoniosa. Ri-me imenso de me ver a mim mesma. A minha mão apagou essa emoção. Levantei-me. Chapenhei ao longo do lago. Corri iluminada pelo sol e às gargalhadas. De cansaço atirei-me para a relva fofinha. Quando ergui a cabeça vi um barco de remos ao fundo. Estava lá um rapaz e vinha na minha direccção. Fui ao cestinho da bicicleta e tirei a minha máquina fotográfica. Tirei-lhe uma fotografia de longe. Depois, mais de perto. E mais perto ainda. Ele sorria para mim. Convidou-me a entrar para o barco. Entrei sem falar. A seguir, perguntei: "podes ensinar-me a remar?". Ele aproximou-se de mim e ensinou-me. Dei uma gargalhada. Ele olhou-me nos olhos. Tive um arrepiu. Ele voltou a sorrir. Levantei-me no barco. Quis aproveitar aquele momento de liberdade. Ele puxou a minha túnica para si. Caímos na água. Os corpos estavam molhados. Aproximei-me. Ficamos ali a olhar um para o outro a centímetros de distância. Olhávamos com os olhos, com o nariz, com a boca, com os ouvidos, com as mãos, com todos os sentidos. Uma emoção sentida para todo o sempre. Um olhar de prazer...
terça-feira, 23 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Ao longe
Ao longe descobri que conseguia ver melhor do que ao perto.
Ao longe encontrei um significado para as coisas.
Ao longe senti uma grande paz interior.
Ao longe reconheci todo o mundo.
Ao longe analisei os porquês dos elementos que nos rodeiam.
Ao longe a Natureza parecia ser rainha.
Ao longe acreditei que eu também poderia ser um horizonte.
Ao longe a matéria deixou de me interessar.
Ao longe dei valor ao sentimento espiritual.
Ao longe criei uma visão simplista, mas harmoniosa.
Ao longe amei as coisas na sua essência.
Ao longe as verdadeiras paixões permaneceram.
Ao longe entreguei-me, a mim, às emoções, às sensações, aos pensamenos, às reflexões...
quinta-feira, 18 de junho de 2009
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