sábado, 30 de abril de 2011

existem lugares no mundo. existem muitos lugares no mundo que eu desconheço. tenho a certeza que as viagens me fazem amar os sítios mais impossíveis e menos idênticos. mais ainda, não tenho qualquer medo em afirmar que sei qual é o meu sítio. aquele que me diz tudo o que eu quero e o que eu preciso de ouvir. aquele onde eu pertenço. esteja eu onde estiver.
Para pensar antes de se proferir algo contra os nossos jornalistas: "Como produto social, o jornalismo reproduz a sociedade em que está inserido, suas desigualdades e suas contradições."

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Optimist from Brian Thomson on Vimeo.

“When I was 5 years old, my mother always told me that happiness was the key to life. When I went to school, they asked me what I wanted to be when I grew up. I wrote down ‘happy’. They told me I didn’t understand the assignment, and I told them they didn’t understand life.” - John Lennon
"os media nem sempre têm sucesso ao dizer às pessoas o que devem pensar, mas têm sempre êxito ao dizer-lhes em que assuntos devem pensar."
só porque hoje passei um bom momento com dois assim, mas mais para o loirinho. as crianças fazem-nos ser como elas. livres de sermos quem somos sem medo de nada. amanhã quero mais, muito mais!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

prefácio



pousei a mala no sítio do costume. as cartas continuam com o destinatário por preencher. por mais que eu saiba para quem escrevo, para quem gosto de imaginar que me leia, não... não, não, não. o livro fica sempre de base (é o meu suporte). está fechado, apesar de eu gostar que esteja aberto. mas assim dá para que seja outra pessoa a abri-lo, a participar, na história que também é minha, à sua maneira. e eu quero isso. eu gosto disso!

terça-feira, 26 de abril de 2011

são pessoas. são caminhos. não sei que pessoas quero encontrar pelo caminho. mas quero-as. diferentes.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

apercebi-me de que sou uma pessoa exigente. bom ou mau... logo se verá!
Nefelibata: adj. e s.m. e s.f. Que, ou pessoa que vive nas nuvens, cujo espírito vagueia num mundo ideal. Diz-se de, ou literato sonhador que se serve de uma linguagem de conotações imponderáveis, puramente sugestiva.

terça-feira, 19 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

"o seu desdobramento por vários nomes através dos quais se exprimiu, é uma forma de fraqueza"

terça-feira, 29 de março de 2011

Sentou-se nas escadas ao pé da porta da rua. Só o fez porque aquela casa já não tinha o mesmo sabor. Tirou do bolso do casaco um  maço de tabaco e acendeu o primeiro cigarro. De cigarro para cigarro ia passando de memória em memória. Aquelas que perduram sempre, mesmo quando as tentamos expulsar. E os cigarros não resolvem. Apagou o cigarro com a sola do sapato. Com força. Talvez com raiva. Mesmo sentado conseguia deambular sem saber onde pertencia. "era um uisque, por favor", era a única frase que lhe apetecia dizer. E depois do primeiro, deixou de estar só, naquela solidão assustadora, à porta da casa cuja chave já não entrava na fechadura. Simplesmente não podia.

domingo, 27 de março de 2011

"as memórias ajudam-nos a viver", Artur Agostinho.


às vezes é mesmo melhor não nos lembrarmos...

sábado, 26 de março de 2011



"Ter saudades é saudável. Até das coisas más."

quinta-feira, 24 de março de 2011

Dedico ao sabor do vento


Música: Ricardo Sotna e Gil do Carmo
Letra: Miguel A. Majer

Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele

Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante

Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão

Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado

Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente

Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado

Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso

Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente me faz contente

Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido

Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez

Ha amor de certezas
Que nao trará dor
Amor que afinal
amor,
Sem amor

O amor é tudo,
Tudo isto
E nada disto
Para tanta gente
É acabar de maneira igual
E recomecar
Um amor diferente
Sempre, para sempre
Para sempre...
eu não percebo de política, mas interesso-me.
quero fazer outra viagem pelo mundo. aceitam-se sugestões para companhia e para destinos. obrigada.

terça-feira, 22 de março de 2011

hoje apetecia-me ser outra pessoa...